Matanças anno IV

Fui convidado para colaborar na 4ª edição do Matanças, um festival muito pouco natalício que se realiza todos os anos perto do Solstício.

Se em 2010 “três foi a conta que o Diabo fez”, em 2011, preparando o apocalipse anunciado para o ano vindouro, o Matanças ultrapassa o demoníaco algarismo da trindade, chegando à sua quarta edição. Os propósitos por trás deste evento mantêm-se, a escatologia ascetocoprocelebrada, os conceitos esmurrados, as barbaridades descritas, o sarcasmo aguçado, o distanciamento crítico disfarçado, e as enumerações exaustivas continuadas, em dois dias de orgia sonora, visual, mental e se vós quiserdes, carnal! Debochai os vossos intelectos, deleitai os vossos ouvidos, enchei a pança e bebei até caírdes de cu, vinde ao Matanças!

Foram momentos de pura bestialidade sonora debitada pelo camarada de armas Filipe (PS), a acompanhar gritos de ordem anti globalizante, as quais se seguiram momentos desconcertantes com Banana Metalúrgica.

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